Reverência – Atitude do adorador

Ministração: Ap. Levi Oliveira
Texto Base: Hebreus 12.28-29


Hebreus 12.28-29 – “Por isso, recebendo nós um reino inabalável, retenhamos a graça, pela qual sirvamos a Deus de modo agradável, com reverência e santo temor; porque o nosso Deus é fogo consumidor”.

Tudo o que se refere a D’us é santo: Seu Nome é Santo!  Americanos e judeus cuidam para não falarem o Nome de D’us em vão, assim como diz na Palavra. Seu caráter é santo, a igreja de D’us é santa (é uma noiva separada e preparada) Mt 25.1-13. Seu corpo é santo, seus utensílios (óleo, incenso…) de culto são santos – passados por consagração. Santo significa separado para D’us; profano significa de uso comum, popular. A Sua Palavra é santa, o culto a Ele é santo. Torna-se profano tudo aquilo que é santo e é misturado com o que é do mundo.

Ex.: A Palavra sendo misturada com as ideias do mundo, conselhos santos misturados com conselhos do mundo, o culto ao Senhor absorvido pelo formato e as ideias do mundo.

O culto não foi feito para mim, é para D’us. A nossa presença, o louvor, a Palavra é para D’us. Tudo é por Ele, d’Ele e para Ele. A Palavra nos chama a atenção a respeito desse momento de aproximação com D’us que não pode ser feito de qualquer maneira. Reverência implica em postura adequada. Na sociedade moderna esta palavra não é muito bem vista; quanto mais irreverente, mais é considerado como inovador. Mas será que é assim que D’us vê?!?

Princípios quanto à reverência ao Senhor nos cultos:

01. Vestes – Homens e mulheres precisam compreender que em todo espaço que se identifica como lugar de culto para adorar ao nome do Senhor deve-se estar vestido de maneira adequada. Falta de pudor e de respeito ao se expor fisicamente (decotes, saias muito curtas, calças justas) demonstra:

  1. Interior – Como está o interior da pessoa. O culto a D’us envolve todo o nosso ser e, tudo o que está no nosso exterior, está conectado ao nosso interior. Não podemos ficar misturados na categoria de profano, pois fomos chamados para sermos santos.
    NÃO CONFUNDA INTIMIDADE COM D’US COM IRREVERÊNCIA!
  2. Linguagem – As vestes denunciam a nossa linguagem e a nossa fala. O que estamos vivendo aqui dentro vai ser um reflexo do que estamos vivendo lá fora.

02. Postura corporal – Reverência quanto à forma de me portar perante o Senhor, à semelhança de como se comporta diante de um juiz.

“Guarda o teu pé, quando entrares na casa de Deus;…” Eclesiastes 5:1

Ter a consciência, um zelo, um cuidado de que, quando vou ao culto, estarei me colocando diante da presença do criador dos céus e da terra. Pois Ele estará presente no culto!

“Porque, onde estiverem dois ou três reunidos em meu nome, aí estou eu no meio deles”. Mateus 18:20 Ex.: Em Jerusalém as escadarias para entrada no Templo não são uniformes, a fim de haver conscientização do motivo pelo qual estou subindo as escadas.

03. Palavra – Reverência e alegria pela Palavra a semelhança dos judeus. Davi dizia: “Quanto amo a tua Lei! Sobre ela reflito o dia inteiro”! Sl 119.97

  1. Horário – No encontro com D’us eu não chego atrasado. Atraso por costume tem o nome de irreverência.
  2. Distração – Conversas paralelas durante a ministração da Palavra com alguma pessoa no culto, ou no celular. Acostume-se a trazer a Bíblia para o culto ao invés do celular. E também comer antes ou depois do culto.
    A igreja precisa não mais tratar de forma desprezível no que se refere ao que é do Senhor.

04. EnsinoA Bíblia nos conclama a dar a Ele a Glória devida e não a que eu quero dar e, assim passar para as crianças. Inculcar e ensinar à criança aquilo que é puro e santo, a fim de que, no futuro, saiba fazer a diferença entre o santo e o profano.

05. Elementos de reverência Há elementos como quipá, mezuzá, utilizados pelos judeus, que nos apontam a existência de elementos que constantemente nos relembram o Senhor o tempo todo, por isso a reverência deve estar em nós como uma prática de vida. Símbolos externos demonstram disposições internas. A grande experiência do Batismo do Espírito Santo é que a Palavra foi impressa no nosso coração e mente naquele momento.

Isto tudo fala sobre temor a Deus. Aquele que ressuscita mortos, cura os enfermos, liberta os cativos. Que ressuscitou e hoje está assentado à direita de Deus Pai e que tem o nome que está acima de todo nome.

Aquele que fez tudo por nós. O que temos feito para Ele?

Deixe seu comentário

Seu e-mail não será publicado.