A Igreja Adoradora

Ministração: Ap. Levi Oliveira
Texto Base: Marcos 7:6-7


Marcos 7:6,7 – “E ele, respondendo, disse-lhes: Bem profetizou Isaías acerca de vós, hipócritas, como está escrito:Este povo honra-me com os lábios,Mas o seu coração está longe de mim; Em vão, porém, me honram,Ensinando doutrinas que são mandamentos de homens.”

A Adoração é fundamental para vivermos o propósito de Deus. Existem bloqueios impedindo que a igreja seja uma verdadeira adoradora. Existia uma prática no meio dos fariseus de que se dessem os dízimos, as pessoas se livrariam de cumprir o mandamento. Adoração era apresentar sacrifícios a Deus, porque o que afasta o homem de Deus é o pecado então o sacrifício era a adoração (serviço). Quando Moisés é levantado por Deus para tirar o povo do Egito, ele pede a Faraó que  deixe o povo ir ao deserto para celebrar uma festa e oferecer sacrifícios, adorar a Deus.

Deus não quer adoração vazia, que não move os céus e nem cheguemos diante Dele. Ele está nos chamando para que nossa adoração tenha peso e sentido para Ele, estamos debaixo do jugo no inimigo.

Vejamos quais as estratégias que Satanás utiliza para anular a adoração do povo de Deus (Êxodo 5):

  1. Impedimento de Culto: Impedir que o povo cultue se sacrificando e adorando principalmente quando se é novo na fé.
  2. Constrangimento: Gerando constrangimento (debochando).

Faraó impediu que o povo fosse ao deserto adorar a Deus e  usou como estratégia dizendo que se o povo queria festa é porque tinha pouco trabalho, e aumentou o trabalho dos cativos.

No início da nossa vida com Deus temos a sensação que tudo piora mas,  é engano do inimigo, pois é apenas um processo para que nos tornemos um verdadeiro adorador.

Faraó percebeu que não conseguiria impedir o povo de adorar e traz outras estratégias para que essa adoração se torne vã (Êxodo 8:25):

  1. Adoração Vã: A terra do Egito representava o mundo e o inimigo manda que a festa de adoração seja feita naquela terra (adoração vã) não tem como adorar a Deus e viver as coisas do mundo, a adoração nos coloca na presença de Deus. A transformação de vida é a maneira com que adoramos a Deus. Do Egito não queremos nada, pois tudo nos lembra que éramos cativos, prisioneiros de Satanás, mas quando sentimos falta de coisas do mundo significa que não adoramos a Deus como ele merece. (Êxodo 8:28). Não existe compatibilidade em adorar a Deus e as coisas do mundo. A adoração a Deus depende de como vivemos  nossa vida diária. Moisés não aceita a ideia de faraó e as pragas continuam sobre o Egito.
  2. Crente, mas não muito: A estratégia do inimigo é para que não nos tornemos um verdadeiro adorador e, para isso, usa seus aliados fazendo com que escutemos coisas do tipo: “não seja fanático”, “isso não vai longe”, “olha o que vão falar de ti”, Faraó quer manter o controle mas nos levantamos como verdadeiros adoradores e nos afastamos para onde o inimigo não possa nos alcançar.
  3. A artimanha aqui é fazer com que apenas o homem (sacerdote) vá e adore a Deus: Isso causa  a destruição da família. Não abdique da sua casa e conduza sua família para a adoração a Deus. Homem você é o cabeça, o sacerdote no seu lar. 2 Tm 3:16 – não importa a condição da tua família, não desista dela. Êxodo 10:14 – tenha uma posição clara, nenhuma unha vai ficar no Egito. Se o povo não levasse o rebanho não teriam como oferecer sacrifício a Deus, não estariam adorando genuinamente ao Senhor. Quando não partilhamos das riquezas que o senhor tem nos dado, também não adoramos ao senhor. Não fique limitado aos encontros nos cultos, o sacrifício a Deus é diário.não abdique do chamado de Deus para sua vida.

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